Surgia vestida com lâmpadas,
Tênis moderno, cabelo de cascata,
Trazia sempre um sorriso que vinha de sua alma límpida
Voando de leve acariciando a luz.
Transformando tudo o que tocasse em poesia.
Sempre tinha uma festa nos olhos
E dançava no ar fabricando brisas.
Repousava em algum lugar construindo sonhos,
E depois, quando acordava os distribuía.
Ela sempre parece dizer, mesmo quando emudece.
Vem com aqueles olhos de profundidade indizível
Sem nunca mencionar melancolia, só doçura, só paixão desmedida.
Vem como uma maneira suave de arrebatar terrivelmente qualquer desanimo
E fazer qualquer um e todo mundo se apaixonar tão logo.
Por favor não esbarre em suas pétalas de tulipa e orquídea, de papoula.
Bárbara preciosa, você é uma graça que me felicita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário